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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
"O PLANETA DAS PALAVRAS" de Laurinda Ximenes e Nuno Vidoedo
Esta história «O PLANETA DAS PALAVRAS», foi criada pelos alunos do 4.ºC, Laurinda Ximenes e Nuno Vidoedo com o apoio do professor Rui. Esta história está encadernada e disponível na nossa biblioteca.
«O PLANETA DA PALAVRAS»
Laurinda Ximenes
Nuno Vidoedo
Ed. Escola EB1/JI da Correeira
10 de dezembro de 2018
I
Os alunos estavam entusiasmadíssimos, pois era a primeira vez que saiam do planeta Terra e iam conhecer um planeta distante.
Ao chegarem, para surpresa de todos, as letras eram como as pessoas: tinham um corpo com olhos, boca, braços e pernas.
Entretanto, repararam que as letras andavam muito desorientadas e preocupadas. Começaram a falar uns com os outros e perceberam que o motivo de tal azáfama era porque o "f" de futebol tinha desaparecido havia 5 dias e ninguém sabia dele.
Deste modo, os alunos reuniram todas as letras pela sua ordem e tentaram fazer uma bonita fila, bem organizada:
- Calma aí, falta a letra "f", por isso temos que deixar o seu lugar vazio! - disse a professora, com ar de preocupação.
- Pois falta! - responderam os alunos, em coro.
Então, decidiram chamar o "p" de polícia para ajudar a procurar o "f".
Durante longas horas percorreram uma imensidão de locais extraordinários com paisagens deslumbrantes.
Para grande espanto de toda a gente, foram dar com o "f" sentado atrás de uma gigante árvore toda despida. Ele estava de olhos fechados, em silêncio, rodeado por uma enorme clareira, bem no centro daquela floresta paradisíaca.
Então,foram ter com ele e perguntaram-lhe:
- O que estás aqui a fazer?
- Ando à procura da felicidade. - respondeu ele, com ar infeliz.
O "f" explicou-lhes que apenas tinha encontrado folhas mortas espalhadas pelo chão, como animais moribundos e cheios de tristeza.
Passados imensos minutos o "p" de polícia aproximou-se do "f" e perguntou:
- Então, o que se passa contigo?
- Eu só queria encontrar a felicidade para a devolver a todas as letras do meu planeta.
- Sim, porque passamos o dia inteiro na escola e trabalhamos demasiado - respondeu o "f".
- E se fossemos até a uma bela esplanada à beira mar para lanchar e conversar tranquilamente.
- Boa ideia! - exclamou o "f", com um enorme sorriso e um brilho especial no olhar.
Reuniram o grupo todo e lá foram todos animados, em direção ao imenso mar de todas as palavras.
II
As letras fizeram um debate sobre o tema da felicidade. Pensaram muito, muito e por fim descobriram o que era a felicidade.
O"f" disse:
- A felicidade podia ser uma quarta-feira sem trabalhar?
- Ok. Excelente ideia! - responderam as letras em coro.
Deste modo, as letras concordaram em ter uma quarta-feira sem trabalhar. Só brincavam e conviviam com os amigos.
A professora também concordou. Naquele dia as letras não eram para escrever. Podiam bailar tranquilamente dentro do alfabeto, sem qualquer preocupação além da amizade e da alegria.
Afinal, a felicidade pode ser apenas uma coisa bem simples.
A viagem ao Planeta das palavras terminou e a turma juntamente com a professora regressaram à Escola Eb2/JI da Correeira. Porém, a partir desse dia também decidiram que às quartas.feiras não iriam ter aulas. Era o dia de conviver e brincar com os amigos, um dia especial, o dia do amigo "f" de felicidade.
- Ok. Excelente ideia! - responderam as letras em coro.
Deste modo, as letras concordaram em ter uma quarta-feira sem trabalhar. Só brincavam e conviviam com os amigos.
A professora também concordou. Naquele dia as letras não eram para escrever. Podiam bailar tranquilamente dentro do alfabeto, sem qualquer preocupação além da amizade e da alegria.
Afinal, a felicidade pode ser apenas uma coisa bem simples.
III
Etiquetas:
Livro
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da grande final, em Braga.
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.
Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:
Fase Escolar – engloba as provas nas escolas, fazendo intervir as Bibliotecas Escolares, com o apoio das Bibliotecas Públicas Municipais;
Fase Municipal – engloba as provas nos municípios, fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Intermunicipal – engloba as provas no território das Comunidades Intermunicipais (CIM) / Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto (AMP), Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Nacional – conta com a participação de todos os parceiros e é constituída por uma prova que apurará cinco finalistas em cada nível de ensino, os quais serão, na cerimónia final, ordenados em função da avaliação de um júri nacional, a constituir para o efeito.
Seleção dos alunos da nossa escola na fase escolar
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Júri: Professora Sandra Marques |
Vencedoras que passaram à fase municipal.
Kiara Pires, 4.ºB Matilde Campos, 4.ºC
Etiquetas:
Concursos
CHÁ COM LIVROS 4.º/3.ºA E 4.ºB
Partilhas entre as duas turmas de histórias criadas pelos alunos em sala de aula.
Apresentação dessas histórias num ambiente descontraído na nossa biblioteca, onde a partilha de chá e bolinhos contemplou este momento agradável de convivío.
Agradecemos aos alunos e professoras Silvia Alegria e Marta Cirne pela dedicação que dispensaram a esta atividade que marcou o mês das bibliotecas escolares.
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Dia Internacional das Bibliotecas Escolares
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
História da Maria Castanha
Os alunos pintaram a "MARIA CASTANHA" e fizeram cartuchos para as castanhas.
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Ilustrações da história da "MARIA CASTANHA" |

Era
bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés
quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e
saltar. Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha
bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois
grandes olhos escuros e brilhantes. - Como te chamas? –
perguntaram-lhe. - Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha. - Que
engraçado, Maria Castanha! Queres brincar? - Quero. Foram brincar ao
jogo do apanhar. A Maria Castanha corria mais do que todos.



E
azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor
deu à Maria Castanha e aos seus amigos. - É bom é – ria-se Maria
Castanha a trincar as castanhas assadas. - Se me queres ajudar podes
comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel? A
Maria Castanha não sabia mas aprendeu. É ela quem enrola o papel de
jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas
que vende aos fregueses à porta do jardim.
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Dia de São Martinho
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
CUIDADO! OS MONSTROS ESTÃO À SOLTA
FELIZ HALLOWEEN
Entrega de MONSTROS até dia 11 de outubro na biblioteca.
PARTICIPA NO CONCURSO E DIVERTE-TE!!
Entrega de MONSTROS até dia 11 de outubro na biblioteca.
PARTICIPA NO CONCURSO E DIVERTE-TE!!

E O VENCEDOR É:
PARABÉNS SANTIAGO OLIVENÇA! - 3.ºB
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