Traduzir para outros idiomas

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril - 38 anos

Painel construido com base no Arquivo Electrónico / O 25 de Abril para os mais novos

25 de Abril de 1974
  • Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.
    Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"?

  • Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

    Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.

  • Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!

  • O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!

  • Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.
    António de Oliveira Salazar

  • Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos?

    Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.


  • Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.

  • Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.
    • Sabias que os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só".

      Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.

      Marcelo Caetano

    • A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães".

    • Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar.
      O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.

    • As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.

    • Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.

    • Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer...
    Fonte: http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=147

Lê a história " 25 de Abril "

Texto e ilustração de Ernesto Neves










Visita o link e aprofunda os teus conhecimentos sobre esta época tão marcante da nossa história:
25 de Abril / Revolução dos cravos, símbolo da Liberdade.


Mensagens dos alunos sobre o 25 de Abril, e construção de cravos em origami.

É o dia da liberdade. O povo pôde dizer a verdade.Antes sem alegria e cor, agora com muito amor. Antigamente vivia numa prisão como o limão. Agora já ninguém nos vai julgar. Podemos em tudo pensar.                                                                      JOANA 4.º A

O 25 de Abril é o dia da liberdade e o dia da revolução dos cravos. ANA MARIA 4.º B

O dia 25 de Abril é dia da liberdade e da democracia.           LUANA PINTO 4.º B

O 25 de Abril foi a liberdade em Portugal.                              DAVID MARTINHO 4.º B

25 de Abril militares à solta, à solta os cravos, os cravos da liberdade!                                                                                     ANA RITA PORTUGAL 4.º A

25 de Abril é o dia da liberdade, comemora-se a revolução dos cravos.                                                                                 BEATRIZ TIMTIM 4.º




Cravos em origami.

Cravos feitos em origami e colocados ao peito pelos alunos, em homenagem a este dia que marca a liberdade do povo português!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dia Mundial do Livro


Como tudo tem a sua história, o livro também o tem. E, por sinal , muito interessante. Lê e fica a conhecer este objecto maravilhoso, que faz parte do nosso dia a dia.

A HISTÓRIA DO LIVRO

O que achas que é um livro?
Entre os sumérios, um povo muito antigo, o livro era um tijolo de barro, escrito com a escrita deles.
Os egípcios faziam rolos de papiro - uma planta, que chegavam a vinte metros de comprimento, escritos com os célebres hieróglifos é cada um dos sinais da escrita de antigas civilizações, .
Até uma múmia foi encontrada na ilha de Creta, na Grécia, e o pano que a envolvia estava totalmente escrito, tal como um livro.
Os indianos faziam livros de folhas de palmeiras.
Já os maias e os astecas, faziam livros de um material muito macio, que se encontra entre a casca da árvore e sua madeira.
Os chineses utilizavam rolos de seda para fazerem os seus livros. E os romanos escreviam em tábuas de madeira cobertas de cera.
Mas, foi o pergaminho, que é feito geralmente de pele de carneiro, que tornou possível a confecção de livros como os que nós conhecemos hoje. O problema é que esses livros ficavam enormes e, para cada um, era necessária a pele de vários animais.
O papel, apesar de ser conhecido há muito tempo na China, custou a chegar à Europa.
E, quando Gutenberg inventou a prensa móvel, estava criado o livro tal como nós o conhecemos.

Podes ver este vídeo sobre a magia dos livros e deixares-te levar também pela imaginação. Vencedor do óscar de Curta-Metragem de Animação de 2011

Os Fantásticos Livros Voadores de Mr. Morris Lessmore



Visita da sala 1 do pré-escolar à biblioteca. A educadora Marisa explicou às crianças a importância do livro. As crianças desenharam num livrinho para comemorar esta data tão especial dedicada aos livros.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Livro Mistério de Abril


Vamos lá ler!

Descobre o livro a que pertence este excerto:


« No dia seguinte, com seis anos e um dia, a menina quis repetir a façanha da véspera e entrou pé ante pé na velha capoeira.
Entrou naquela espécie de gaiola gigante onde a chilreada era quase tão forte como a que atroava os ares do lado de fora, no alto das árvores grandes do quintal.»


Autora: Maria Alberta Menéres

Maria Alberta Menéres nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia.
Tem uma vasta obra poética, estando representada em várias antologias literárias nacionais e estrangeiras.
Foi professora dos Ensinos Básico e Secundário nas disciplinas de Língua Portuguesa e História.
É autora de inúmeros programas televisivos para crianças, tendo sido Diretora do Departamento de Programas Infantis e Juvenis da RTP de 1974 a 1986.
Publicou mais de 60 livros para crianças (contos, poesia, BD, teatro e novela).
Em 1986, recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças “pelo conjunto da sua obra literária e pela manutenção de um alto nível de qualidade”.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Livro do Mês de Abril


"A Menina Que Detestava Livros" 

Autor: Manjusha Pawagi


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 1º Ano de Escolaridade
Leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.

"Eu detesto livros!- Era assim que falava a Mina, sempre que alguém lhe falava de livros.
Os seus pais eram leitores entusiastas. Tinham a paixão da leitura e, para desespero da filha, enchiam de livros toda a casa. Pior ainda: liam livros ao pequeno-almoço, ao almoço e ao jantar.
Era demasiado.
Mas, um certo dia, algo de verdadeiramente espantoso aconteceu. Foi uma autêntica reviravolta na vida da Mina.
Também ela começou a gostar de livros e a ler, a ler, a ler..."

Versão original da história

Animação - versão brasileira

Era uma árvore... Autor: António Torrado

Hora do Conto


António Torrado é autor de mais de 160 títulos, entre livros para crianças e livros para mais crescidos. Foi em tempos responsável pelo Departamento de Programas Infantis da RTP. Recebeu vários prémios, entre eles o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil, pelo conjunto da sua obra. O sítio historiadodia.pt, com 366 histórias da sua autoria, já atingiu uma média de 5 mil visitantes por dia.



Clica neste link e ouve histórias magníficas do autor:

terça-feira, 10 de abril de 2012

Afonso Dias

RECITAL DE POESIA
Biblioteca EB1/J.I. da Correeira
Dia 11 de Abril de 2012


Clica aqui e visita a página do autor/compositor Afonso Dias:
AFONSO DIAS
AFONSO DIAS É...

Afonso Dias é... um homem multifacetado; músico, cantor, poeta, actor. Foi deputado à Assembleia Constituinte de 1974 não tendo, contudo, exercido mais nenhum outro cargo político. Foi um dos fundadores do GAC - Grupo de Acção Cultural e autor de muitas das suas cantigas. Fundou, em 1999, a Trupe Barlaventina - Jograis do Algarve, com a qual realizou inúmeros concertos e gravações em estúdio - Lendas do País do Sul e O Perfume da Palavra. Colabora como ator e cantor, desde 2003, com a ACTA - A Companhia de Teatro do Algarve - e é membro da Associação Música XXI, na qual tem vindo a editar a colecção de CDs Selecta. Afonso Dias apresenta agora o seu mais recente trabalho em CD - 13. E 13 porque sim, e também porque tem nele 13 canções, porque 13 é número de magias negras e brancas, associadas à sorte e ao azar, porque o azar é como a água benta: cada qual toma a que quer, embora haja acidentes e quanto a isso paciência, porque a sorte é como a vida: melhora se a gente puxa por ela e porque as cantigas continuam a ser precisas para mostrar as nossas zangas, partilhar os nossos afectos, esbanjar a nossa solidariedade e para denunciar a mentira e a iniquidade - sempre!
AFONSO DIAS continua o que sempre foi, um cantor de intervenção, um cidadão atento e participativo, um militante da cultura e da vida. 13 é, pois, um disco de canções de intervenção, políticas, claro, e de amor, evidentemente, e divertidas, quase sempre, que para tristezas basta o que basta.
É este criador de canções e eterno apaixonado pelas palavras e pela música que volta a partir com a sua guitarra para partilhar, os frutos do seu trabalho de trovador dos nossos dias.

Neste vídeo podes ouvir uma das canções que o autor: Afonso Dias tocou e cantou na nossa escola

Seguidores