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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Atividade Física na Infância

No âmbito da promoção e educação para a saúde, foram realizadas várias sessões de atividade física com a enfermeira Mónia Ambrioso ao pré-escolar e 1.º ano (1.º ciclo).

No início da sessão a Enfermeira Mónia trabalhou a história de "Os Cães Não Dançam Ballet", de Anna Kemp e ilust. de Sara Ogilvie.

“O meu cão não é como os outros. Não faz coisas de cão, como fazer chichi nos postes, coçar-se ou beber água da sanita. Não, o meu cão gosta do luar, de música e de andar na ponta dos pés. Sabem, o meu cão pensa que não é um cão. O meu cão pensa que é uma bailarina."



Logo após a história a dinamização da mesma através de música e atividade física.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Semana da Leitura - de 27 a 31 de Março




  • Construção de uma árvore em papel de cenário e 
pintura da mesma.
  •  Colagem de frases de alunos nessa mesma árvore, 
sobre a temática da leitura.


LER é aprender! 
Matilde Ferreira, 2.º D

Eu LEIO para aprender palavras novas.
Luana Correia, 2.º A

LER é uma animação!
Cláudio Marques, 2.º A

LER uma história é diferente de ver um filme, porque no livro conta mais coisas e no filme cortam parte da história.
                                                                                                                                                                  Carolina Duarte, 2.º D

Quando estou a LER, eu sinto-me como se eu tivesse a viver a história.
Bárbara Viana, 4.º A

Ao LER imagino muitas coisas. Quando LEIO sinto paixão pelas histórias!
Alice Ramos, 3.º B

LER é um passatempo, porque as personagens imaginárias são divertidas!
Mykhaylo Savchyshkin, 4.º A

LER é uma forma de relaxar! Alguns livros são interessantes, uns de história e outros de ficção ciêntifica.
Kevin Abelha, 4.º B

Quando eu LEIO sinto-me como se estivesse no mundo do livro, a viver as aventuras, a resolver os problemas das fábulas.
Diogo Jesus, 4.º A

Eu gosto de LER porque posso imaginar, ter mais aprendizagem, o cérebro consegue trabalhar melhor.
Quando se sabe LER podemos contar histórias a quem não sabe.
Gustavo Moreira, 3.º C

Quando somos pequenos temos de aprender a LER, para quando formos mais velhos, sabermos. Porque iremos precisar para tratar de assuntos importantes.
Santiago Gomes, 4.º B

LER é viver uma aventura num mundo não realista, mas parecido!
Leonardo Borges, 4.º A

LER faz-me imaginar que estou dentro das histórias.
Paula Freitas, 4.º A

Eu LEIO para saber mais, porque sou curiosa! LEIO para quando eu crescer ser mais sábia!
Madalena Pombo, 3.º A

Quando LEIO uma história feliz, sinto-me alegre. Gosto de ocupar o meu tempo a LER!
Nereida Lameiro, 4.º B

A LEITURA desenvolve a nossa imaginação!
Marko Ambrósio, 2.º D

Eu gosto de LER para ter mais conhecimento, para saber como as palavras se escrevem e para descobrir a imaginação dos autores.
Raquel Candeias, 4.º A

Eu gosto de LER,  porque aprendo a LER cada vez melhor.
Gabriel Azevedo, 4.º A

Eu gostava de saber LER para contar histórias ao meu irmão, que está na barriga da minha mãe!
Lara Batista, 1.º A

Eu gosto de LER porque me divirto.
Carolina Canhoto, 4.º A

Os LIVROS incentivam-me a fazer coisas que nunca fiz!
Matilde Sousa, 4.º A

Eu LEIO para me descontrair.
Ivan Dias, 3.º C

LER é viver a história e viajarmos para locais felizes.
Joana Abreu, 4.º A

LER é imaginar, é saber mais!
Karina Klivanets, 4.º A

Nos LIVROS podemos aprender muitas coisas interessantes.
Rodrigo Cabrita, 1.º A


«CASINHA DE HISTÓRIAS»
  • Construção de uma «CASINHA DE HISTÓRIAS» feita com uma caixa de papelão e papel autocolante.
  • Trabalho de pesquisa (imagens) na internet, pelos alunos do 4.º A para criação das personagens e lugares da «CASINHA DE HISTÓRIAS».
  • Escrita Criativa inspirada na «CASINHA DE HISTÓRIAS» e respetivas imagens.




«Os Heróis contra Vilões»

Estava o Cão na sua casota, quando se ouviu nas notícias que um Dragão estava a atacar a cidade. O Cão ouvindo aquilo, foi logo tentar detê-lo. Quando chegou ao sítio, que era um lugar de pedras, viu o Dragão e disse:
- Pára Dragão malvado senão vais-me obrigar a usar a força! 
- Nunca! Ah, ah, ah! Disse o Dragão. Então o Dragão atirou-lhe uma bola de fogo. O Cão desviou-se. E o Dragão como sabia que o Cão era muito inteligente, chamou a Cascavel
- Oh Cascavel preciso de ajuda! 
A Cascavel foi ter com o Dragão. E o Cão disse:
- Já que são dois vou ter de usar o meu mega poder. Então o Cão recarregou as suas forças e atirou uma bola elétrica contra os dois. O Dragão perdeu e desistiu. A Cascavel como era venenosa utilizou o seu veneno. Então quando a Cascavel estava a preparar-se para o ataque surge o Super-Herói que defendeu com os seus olhos laser. E o Cão disse:
 - Obrigado Super-Herói por me defenderes! Agora vamos derrotar a Cascavel
Super-Herói e o Cão utilizaram a bola elétrica acertando na Cascavel, o que a levou a desistir e foi embora. O Sr. Sinistro  e o Macaco-Aranha foram lutar contra o Super-Herói e o Cão.
O Macaco-Aranha com os seus braços compridos, segurou o Cão,  derrotando-o. 
Depois o Super-Herói chamou o menino Elástico e a menina Pesidica. Como eles eram três, o Sr. Sinistro e o Macaco-Aranha fugiram para o parque. Os Heróis foram atrás deles. E quando estavam a ser perseguidos , a menina Pesidica controlou as pernas do Macaco-Aranha e atirou-o contra o baloiço. O Macaco-Aranha assim foi derrotado, e foi embora.
O menino Elástico tentou agarrar o Sr. Sinistro, mas este defendeu-se com o seu guarda-chuva mágico. O Sr. Sinistro como já estava sozinho decidiu fugir dali, numa bomba de fumo. Mas a menina Pesidica usou os seus poderes e pôs todos os Vilões na prisão. E assim os Heróis viveram felizes para sempre! 

FIM

História criada por: 
PETERSON FILHO 4.º B e JAIME ANTUNES 4.º B 



«O Super Cão»

Era uma vez um Cão chamado Marco, que vivia a sua vida normal, quando encontrou uma família de Super-Heróis.
- Queres ajudar-nos a deter os Vilões? - disseram os Super-Heróis.
- Sim! - disse o Cão Marco.
O menino Super-Herói detinha a Serpente, o pai Super-Herói derrotava o Dragão, a menina Super-Heroína detinha o Homem Rico e o Cão Marco detinha a Aranha.
Depois de algum tempo o menino Super-Herói, o pai Super-Herói, a menina Super-Heroína e o Cão Marco foram brincar para o parque, e ficaram lá muito tempo.
Quando eles iam para casa, receberam um telefonema do presidente a dizer, que tinham mais Vilões a combater.
Os Vilões como eram fortes, eles juntaram os seus poderes e foram batalhar.
Quando voltaram para casa estavam muito cansados.
- Oito Vilões num só dia! Estamos esgotados. Disse o menino Super-Herói
Depois foram dormir.
No dia seguinte ao acordarem, sentiram-se muito energéticos e foram comemorar a vitória. Organizaram uma festa no Circo, convidaram muitos Super-Heróis e o Cão "Marco" virou o Super Cão daquela família de Heróis fantástica.

FIM

História criada por: 
IRIS CRESPO 4.º B e BRUNO SANTOS 4.º B 


«Super Cabeçudo»

Era uma vez um rapaz chamado Super-Cabeçudo, que foi ao skate parque. Estava muito bem a andar de skate quando saltou e se magoou no joelho, foi aí que reparou, que estava lá um Dragão a comer pessoas. O Super Cabeçudo disse:
- Hei!! Não podes comer pessoas.
- Posso sim. - disse o Dragão.
Apareceu depois uma Cobra Gigante do tamanho do Godzila. Em vez de veneno cuspia laser.
Por isso o Super Cabeçudo utilizou o seu super poder: Fazer crescer a cabeça. A sua cabeça cresceu e ficou do tamanho da Cobra, deu-lhe umas cabeçadas derrotando a Cobra. Esta caiu logo para o lado. O Super Cabeçudo ficou meio tonto. Logo de seguida o Dragão cuspiu fogo contra a cabeça do Super Cabeçudo e ele ficou careca.
O Super Cabeçudo ficou tão zangado, que conseguiu aumentar a sua força cinquenta vezes mais.
- Agora estás feito. - disse o Super Cabeçudo. Deu-lhe um soco na barriga  que até o Dragão voou até ao espaço. 
Foi um longo dia para o Super Cabeçudo, mas conseguiu derrotar os dois malvados que estavam a lançar o terror no skate parque.

FIM

História criada por: 
GHEORGHE SURUCEANU 4.º B



WORKSHOP - Marcadores de Livros: Coelhinho de Páscoa



SESSÃO DE ANIMAÇÃO

«A Aventura do Ovo da Páscoa»

Resultado de imagem para AVENTURA DO OVO DA PASCOA
Esta é a história de Egg Town, uma aldeia idílica onde galinhas e coelhos vivem em harmonia e são vizinhança. No entanto, para lá dos limites deste humilde burgo, espreitam os misteriosos e ladrões "Take-Its", que conspiram para roubar os Ovos da Páscoa de Egg Town e o seu espírito optimista. Um improvável grupo de habitantes de Egg Town enfrenta com bravura os perigos do pântano e o antro dos diabólicos "Take-Its", para tentar recuperar os ovos. Através da sua aventura de nos fazer ficar com "pele-de-galinha", estas personagens ricamente definidas formam profundos laços de amizade, tentando ultrapassar os seus mais profundos medos e encontrar a coragem para trazer de novo o espírito optimista e a alegria da Páscoa a Egg Town.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Diploma de Leitor 2016

Para motivar os pequenos leitores...


Parabéns Dinis! 

                                                Foste um utilizador da biblioteca exemplar!


Agradecemos aos pais pelo trabalho que têm feito, estaremos aqui sempre para colaborar e motivar o despertar pelo gosto da leitura.

     DINIS PEDROSO da SILVA, Pré-Escolar sala 5

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Livro do Mês de Abril


"A Menina Que Detestava Livros" 

Autor: Manjusha Pawagi


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 1º Ano de Escolaridade
Leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.

"Eu detesto livros!- Era assim que falava a Mina, sempre que alguém lhe falava de livros.
Os seus pais eram leitores entusiastas. Tinham a paixão da leitura e, para desespero da filha, enchiam de livros toda a casa. Pior ainda: liam livros ao pequeno-almoço, ao almoço e ao jantar.
Era demasiado.
Mas, um certo dia, algo de verdadeiramente espantoso aconteceu. Foi uma autêntica reviravolta na vida da Mina.
Também ela começou a gostar de livros e a ler, a ler, a ler..."

Versão original da história

Animação - versão brasileira

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dia Internacional das Bibliotecas Escolares - 24 de Outubro

Para marcar esta data tão especial das nossas bibliotecas, às 10:10 a campainha da nossa escola tocou, para um momento especial, toda a nossa escola e jardim de infância parou para um momento de leitura da obra "Queridos Livros" de Ana Faria.

Uma história sobre a importância que os livros têm para o estímulo da imaginação e da criatividade nas crianças.

Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sugestões de leitura para o dia da Mãe

Só mais uma história! Novas histórias para os mais pequenos lerem

Este livro recheado de lindas e coloridas histórias contém uma pequena história intitulada "A mãe ursa não tem medo de nada" da autoria de Geneviève Noël, ilustrada por Élisabeth Schlossberg. Tradução de Vítor da Rocha.







Anita e o dia da Mãe

O número 32 da mais importante colecção infantil alguma vez editada em Portugal. Os livros da Anita percorrem, desde há 50 anos, as mãos de todas as crianças portuguesas. Não há Avó que não se lembre da Anita, como não há neta que não deseje ler as histórias desta pequena criança desenhada desde sempre por Marcel Marlier.






Onde estás, mamã?

Logo na primeira vez que vai à feira com a mamã e os irmãos, fascinado pelas luzes e pelas cores, o cachorrinho sorrisos distrai-se e perde-se na confusão.

Como encontrar a família no meio de tanto movimento? Aflito, pede ajuda e , por entre algumas peripécias, até um gato tenta ajudá-lo.

Finalmente, Sorrisos é encontrado pela família - que, preocupada, já o tinha procurado por toda a feira - e volta ao aconchego do carinho da mãe, em mais um momento de ternura que o talento do educador de infância Chistophe Loupy e da ilustradora Eve Tharlet proporciona às crianças e aos pais.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Livros da nossa biblioteca sobre o 25 de Abril:


Abril 30 Anos Trinta Poemas de José Fanha, José Jorge Letria

Sinopse


"O QUE RESTA EM NÓS DESSES DIAS?

Já lá vão trinta anos e resta ainda tanto para contar desse tempo que, em algumas vozes, se fez poema e noutras se fez canção e noutras ainda se fez silêncio persistente e magoado. Também em verso pode deixar-se lavrada, para que conste, a memória desses dias, que foram de júbilo e de esperança e que encontraram nas palavras dos poetas o registo secreto e cúmplice, o timbre exaltante e límpido.
Aqui se recordam alguns dos poemas que, trinta anos depois da madrugada de Abril, ajudam a recuperar a memória afectiva de um tempo que foi feito de abraços, de reencontros, de praças floridas como varandas debruçadas sobre o Tejo, sobre a vida.
Que ninguém peça aos poetas para escreverem ou reescreverem a História, já que os materiais com que operam são os do afecto, do sonho e da paixão. Eles não são nem querem ser testemunhas distantes quando o mundo se transforma. Eles também sabem tomar partido, porque a mudança é, em si mesma, um acto poético, um instante de magia. Desses dias ficaram os poemas e, com eles, os retratos cantantes de uma alegria que também em verso se quis partilhar e multiplicar.
Aqui se juntam trinta poemas desses dias, fragmentos de uma memória que a voragem do tempo tenta condenar ao esquecimento.
Estes poemas têm Abril na matriz e não a renegam nem ocultam, porque não podem nem querem. São vozes acrescentadas a outras vozes que aprenderam, na voz dos poetas, o gosto de ser livres.
Trinta anos depois, estes poemas não são nem romagem de saudade nem liturgia nostálgica. São apenas a revisitação sensível de um júbilo que a todos veio lembrar esta verdade soberana: a poesia é a mais livre de todas as liberdades e, em Abril, também desceu à rua para entrar na festa, para tomar o gosto à vida, para passar de boca em boca, respiração vital de um pátria sem temores nem amarras. O que resta ainda em nós desse tempo? Eis uma pergunta para a qual talvez só os poetas consigam encontrar resposta." José Fanha, José Jorge Letria

O Tesouro de Manuel António Pina

Sinopse


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade destinados a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.

"O Tesouro" foi publicado em 1.ª edição, em 1994, pela Associação 25 de Abril e pela APRIL, com o alto patrocínio do Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Em 1999, assinalando os 25 anos do 25 de Abril, "O Tesouro" deu origem ao filme "Se a memória existe", de João Botelho (selecção oficial da secção "New Territories" do Festival de Cinema de Veneza de 1999).

"Os corações exultaram de alegria e as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos: os soldados puseram cravos vermelhos nas espingardas e as mulheres esqueceram-se do jantar e das limpezas da casa e correram para a rua com os filhos ao colo e cravos vermelhos ao peito, chorando e rindo, comovidas e confusas; as pessoas que tinham sido expulsas e obrigadas a refugiar-se longe regressaram; as portas das cadeias abriram-se e os presos voltaram, a casa; os jovens vieram da guerra, felizes por estar de novo rodeados dos amigos e abraçar os pais e os irmãos; e os meninos e as meninas puderam pela primeira vez dar as mãos e falar e olhar-se, caminhando lado a lado sem medo de acusações nem de castigos."

A Revolução das Letras de Vergílio Alberto Vieira

Sinopse

Quem primeiro deu o alerta no Quartel das Letras foi o Cabo Clarim que, farto de tocar a recolher, ou porque não, ou porque sim, anunciou de pronto a hora do motim.
Acenderam-se então os holofotes na parada, saíram as letras a correr da camarata e, quando o Comandante-General se levantou, estremunhado, e veio à janela a toda a pressa, à pressa pediu contas a cada sentinela.
"Mas que pouca vergonha é esta?", desaprovou, o boca aberta, a língua em tropel: "Que parece que a tropa virou festa no quartel!"
Não se enganava o Comandante, ao megafone, pois já por toda a parte se ouviam toques de caixa, gaitas e trombone. Se alguém o disse, assim o fez.
As letras queriam viver em liberdade (...)

O Rapaz da Bicicleta Azul de Álvaro Magalhães

Sinopse

O João subiu para a bicicleta, que rangeu aflitivamente. Às primeiras pedaladas, ela respondeu com alguns estalidos, como os dos ossos de um velho que se levanta de uma cadeira, mas pouco depois já rolava pela estrada abaixo. Ele pedalou com mais força e atravessou o ar morno da manhã. Sentia não sabia o quê que o empurrava para diante. Cheirava-lhe não sabia a quê, sabia-lhe não sabia a quê. E esse “não sei quê” era a liberdade. Estava dentro dele e à volta dele, por todo o lado. Também ele era um rapaz numa bicicleta azul e também ele levava a flor da liberdade numa manhã de Abril. Com ela, podia ir até onde quisesse. Por isso, pedalou ainda com mais força e avançou a sorrir na direcção do sol.

sábado, 19 de março de 2011

Dia do Pai




No dia do Pai muitas crianças participaram numa actividade alusivo ao dia, em que escreveram uma mensagem especial ao Pai.



Algumas mensagens dos alunos para os seus Pais:





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