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terça-feira, 22 de abril de 2014

Dia Internacional do Livro - 23 de Abril

                  
A 23 de Abril celebra-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A data tem como objetivo reconhecer a importância e utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.
Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação, e elemento fundamental no processo educativo.
No Dia Mundial do Livro decorrem várias ações de promoção dos livros e da leitura, organizados por livrarias, associações culturais, escolas, universidades e outras entidades.

Origem da data

A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de Abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de Abril de 1899 nasceu Vladimir Nabokov.
A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e desenvolvimento económico
O dia 23 de Abril é também recordado como o dia em que nasceu e morreu o escritor inglês William Shakespeare.

          Much Better 
 Now from Salon Alpin on Vimeo.


Para comemorar esta data, foi proposto um desafio aos alunos do 4.º ano, a criação de uma história com os fantoches apresentados, e cujos nomes das personagens foram dados pelos alunos do 1.º e 2.º ano.

Desta simbiose nasceram duas magníficas histórias:


"A Amizade é uma Festa" 
Autoras: Sofia Alves e Patrícia Seong

Era uma vez uma menina chamada Pintarolitas,  ela era muito brincalhona e gostava de fazer amigos.

Pintarolitas
A Pintarolitas tinha dois animais de estimação, o galo Carijó e o burrinho In-On. Eles eram muito desastrados, mas ela gostava muito deles.

Galo Carijó
Burrito In-On













Certo dia a Pintarolitas e os seus animais foram fazer um piquenique na grande Floresta Mágica.



No caminho encontraram um ogre chamado Barbudo que lhe disse:
 
Barbudo


- Eu quero-vos mostrar um lugar mágico  e muito docinho!





Pintarolitas

 



 - Docinho! Como assim?








Barbudo

 - Já vais ver, vem atrás de mim.








Pintarolitas



-Ok.











 

Eles chegaram até a um armário gigante dentro da floresta e o burrinho In-On questionou:













Burrito In-On


- In-on!! O que é isto?







Galo Carijó



- É um armário burro, burro! - disse o galo Carijó.









Eles entraram no grande armário e viram um lugar cheio de doces, entre eles chupa-chupas; rebuçados; cupcakes; gelados e outros doces muito deliciosos.








Fizeram novos amigos, primeiro viram a árvore Flora, o palhaço Tótó muito engraçado, a fada Lili e o seu animal de estimação, o cisne branquinho muito fofinho.

Árvore Flora
Palhaço Tótó
Fada Lili
Cisne Branquinho













 

O palhaço convidou-os para o seu circo. Foi muito engraçado e fixe!











Palhaço Tótó

 - Bem vindos ao circo! - Disse o palhaço.








Fada Lili




- O palhaço Tótó é mesmo tótó. Ah! Ah! Ah! - sussurrou a fada Lili.


Árvore Flora


 Flora concordou.
- Também acho!









 
Quando saíram do circo viram um sítio estranho e muito assustador, parecia uma fábrica.












Todos, menos o Barbudo disseram em coro:

Pintarolitas
Galo Carijó
Burrito In-On
Fada Lili

Cisne Branquinho
Árvore Flora

Palhaço Tótó













 - Tenho medo vamos embora. Rápido, rápido!

Barbudo

- Não, não todos nós temos sempre de enfrentar o nosso medo. Vamos entrar.







Cisne Branquinho


 
- Espero que não existam lá cobras, nem aranhas porque eu tenho muito medo – disse medroso o cisne Branquinho.








Todos entraram numa porta bem grande e lá dentro estava um feiticeiro maluco.
Feiticeiro Tosco

- Saiam do meu império! Aqui quem manda sou eu! Chou-chou daqui!!!







Árvore Flora



- Calma nós só queremos ser teus amigos – disse a árvore Flora suavemente.






Feiticeiro Tosco


 
- Eu não gosto de ter amigos. - Gritou o feiticeiro Tosco.









 Os amigos foram até à porta, abriram-na e fecharam-na, mas não saíram.

 
Foram até outra sala onde estavam frascos com nomes e uma lista que leram em coro.
Quando chegaram a meio da lista leram uma poção, a qual o nome era amizade e cujo rótulo na frente dizia: 31. Foram à prateleira 31 e descobriram a poção que fazia todos serem amigos uns dos outros.
Levaram-na ao feiticeiro o Tosco, como nesse momento ele estava a dormir de boca aberta enfiaram o líquido dentro da boca dele, ele acordou de repente e soletrou:

Feiticeiro Tosco


- A-m-i-g-o-s!!! Grandes amigos!!!










Abraçaram-se todos e foram lá para fora correndo.
Comeram tantos doces que até ficaram enjoados.
Foram para a casa da fada Lili, tiraram fotos e fizeram uma festa muito divertida e no fim do ano lançaram foguetes, foram para a praia no Verão e divertiram-se muito.
Cada dia era o dia de cada um deles oferecer a sua casa para se divertirem.

FIM


"Amor Impossível" 
Autores: Mara Tomáz; Anastácia Khomyn; Cora Macdonald; Bárbara Ferreira; Vasco Martins; Lea Martins e Vera Charrua
Fada Lili

Era uma vez, uma fada chamada Lili.











 

Esta viajava muito, e certo dia, parou na cidade do Bem e do Mal.











 

 Nesta cidade viviam as fadas e os feiticeiros.











 
A Lili foi passear e sem se aperceber atravessou o lado dos feiticeiros.











De repente, um feiticeiro que se chamava Tosco gritou-lhe:
Feiticeiro Tosco

 - Que fazes aqui?










Fada Lili

 - Desculpa! - disse a fada Lili amedrontada.









Feiticeiro Tosco



 - Não te desculpo! Para não regressares à tua família, vou-te transformar em cisne! - Exclamou Tosco com voz de trovão.








Ali perto, havia uma floresta, onde estava uma árvore chamada Flora que era amiga de um 


Árvore Flora
palhaço chamado Tótó,  que tinha um animal de estimação chamado galo Carijó.
Palhaço Tótó
Galo Carijó

 Estava Flora e Tótó a conversar, quando apareceu Carijó a dizer:



Árvore Flora
Palhaço Tótó

Galo Carijó

- Tótó! Tótó! A fada Lili corre perigo.







Palhaço Tótó




- A Lili corre perigo!? - disse o palhaço – Eu vou salvá-la.








Quando chega ao castelo, vê um lindo cisne branco no lago e Tótó pergunta:

Palhaço Tótó


- És tu Lili?




Cisne Branquinho


- Sim, sou eu! Por favor salva-me!










O Tótó envolveu-se numa luta contra o feiticeiro Tosco.

Palhaço Tótó
Feiticeiro Tosco

 Passado cinco horas, Tótó ganha. Lili transforma-se numa linda fada e vive feliz com o palhaço.

Palhaço Tótó
Fada Lili

O Tosco tem a sua lição, e fica preso no seu castelo negro.












 Passado um ano o feiticeiro consegue libertar-se.
Arrependido o feiticeiro vai ter com o palhaço e diz:
Feiticeiro Tosco
 
- Desculpa, peço imensa desculpa e não volta a acontecer.











Depois o feiticeiro começou a gostar da fada Lili, mas não tinha coragem de lhe dizer que a amava.

No dia seguinte, o feiticeiro como gostava da Lili, deu-lhe um anel.
Duas semanas depois, o feiticeiro perguntou à fada Lili:
Feiticeiro Tosco


- Queres casar comigo?






Fada Lili




- Eu vou pensar nisso! - respondeu a fada Lili.




Feiticeiro Tosco


- Hmm!! Tudo bem! - disse o feiticeiro.








Fada Lili


No dia seguinte a fada Lili foi ter com ele e respondeu-lhe:
- Sim, apesar de me teres transformado em cisne, eu quero casar contigo.







Um mês depois, eles foram à igreja e estava lá um senhor de muita barba, que se chamava Barbudo, que era o padre do casamento entre o feiticeiro Tosco e a fada Lili.



Barbudo

 De repente, quando estavam para se casar, Tótó entra à bruta e diz:

Palhaço Tótó

- Hmm! O que eu ia dizer? Ah! Tu não podes casar com ela , porque ela é minha.







E a Lili repete:

Fada Lili



- Por favor não lutem outra vez.






Barbudo


- Hei parem já com a luta. - disse o Barbudo a gritar.








Depois da luta ter terminado, o feiticeiro Tosco e a fada Lili ficaram felizes para sempre.

Feiticeiro Tosco
Fada Lili


E o Tótó ficou a brincar e a viver com a sua amiga Flora e o galo Carijó.

Palhaço Tótó
Árvore Flora
Galo Carijó
FIM

segunda-feira, 21 de abril de 2014

25 de Abril - 40 anos


Painel  "25 de Abril...um dia especial!" Texto: Teresa Paixão
Cravo Grande (C. G.) - Sabes porque é que o 25 de Abril é um dia especial?
Cravo Pequeno (C. P.) - Sei. Porque foi o dia em que tu nasceste. Até foi por isso que te puseram o nome de 25.

C. G. - Que ideia! Eu chamo-me 25 porque o dia 25 de Abril é especial, mas não é por eu ter nascido...
C. P. - Então porque é?

C. G. - É porque foi o dia em que nasceu a Democracia.
C. P. - A quê?!

C. G. - Democracia, não sabes o que é?
C. P. - Eu não!

C. G. - E ditadura, sabes o que é?
C. P. - Também não. Só sei o que é ditado.

C. G. - Muito bem. Explica-me lá o que é ditado.
C. P. - Uma pessoa dita e tu tens de escrever o que ela dita. Igualzinho! Se não for igualzinho tens má nota.

C. G. - E se quiseres dar a tua opinião? Se quiseres escolher o que tu escreves, como é que fazes?
C. P. - Isso é na composição. Posso contar livremente o que quero.

C. G. - É isso mesmo. A ditadura é como o ditado, não podes escolher, tens de fazer o que te dizem sem reclamar, senão podes ser preso. A democracia é como na composição, podes dar a tua opinião, podes escolher o que quiseres.
C. P. - E o que é que isso tem a ver com o dia 25 de Abril?

C. G. - É que em Portugal, antes de 25 de Abril de 1974, que foi o dia em que eu nasci, havia uma ditadura e, nesse dia, uns militares que não queriam aquela ditadura fizeram a revolução e então nasceu a democracia.
C. P. - É por isso que te chamam 25?

C. G. - É...
C. P. - Acho é que deviam chamar-te composição...

Teresa Paixão, Rua Sésamo, nº 57, TV Guia Ed.

Teatro de fantoches "25 de Abril...um dia especial!",  representado pelas crianças.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Feliz Páscoa!

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Visualização do filme " A Aventura do Ovo da Páscoa"

 Esta é a história de Egg Town, uma aldeia idílica onde galinhas e coelhos vivem em harmonia e sã vizinhança. No entanto, para lá dos limites deste humilde burgo, espreitam os misteriosos e ladrões “Take-Its”, que conspiram para roubar os Ovos da Páscoa de Egg Town e o seu espírito optimista. Um improvável grupo de habitantes de Egg Town enfrenta com bravura os perigos do pântano e o antro dos diabólicos “Take-Its”, para tentar recuperar os ovos. Através da sua aventura de nos fazer ficar com “pele-de-galinha”, estas personagens ricamente definidas formam profundos laços de amizade, tentando ultrapassar os seus mais profundos medos e encontrar a coragem para trazer de novo o espírito otimista e a alegria da Páscoa a Egg Town.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Dia Mundial do Livro Infantil"


O "Dia Internacional do Livro Infantil"celebra-se no dia 2 de abril, data do nascimento do escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen. Neste data chama-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.
Todos os anos é divulgada uma mensagem de incentivo à leitura da autoria de um escritor de nacionalidade diferente. Este ano a mensagem do IBBY internacional é da responsabilidade da escritora irlandesa Siobhán Parkinson.

Exposição de livros infantis
CARTA ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO

Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias - de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que temos uma?

Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça.

Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras.

E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam com a imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor.

É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver.

Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletiva, íntimo e internacional. Isto deve ser aquilo que o ser humano faz melhor.

Continua a ler!

Siobhán Parkinson 
Autora, editora, tradutora e distinguida com o Children´s Laureate of Ireland

Tradução: Maria Carlos Loureiro

  
OS NOSSOS LIVROS PREFERIDOS

Eu estou muito contente pelo Dia do livro. O livro nos ensina muito e é um instrumento musical. O livro é muito bonito para mim e diz palavras muito bonitas. Eu gosto muito do livro.”

Autora: Letícia Farias 2.º B









O livro permite-me fazer poesia, e o livro representa a paz, alma, coração e desenvolve o pensamento e a escrita.”

Autor: Tiago Revés Rebeca 2.º B




 


O livro para mim é um bebé. Eu em casa ando ás vezes com livros na mão.”

Autora: Patrícia Costa 2.º B


O livro é a vida do mundo. O livro é a criação dos poetas. O livro é para mim uma possibilidade de silêncio.”

Autor: Illia Kosterev 2.º B









Os livros são amigos e eles são para ajudar os amigos e são para ler.”

Autora: Khushmeet Kaur 2.º B

O livro para mim é uma paisagem, e é um amor que vai sempre gostar de ti.”

Autora: Joana Romaneiro 2.º B









 

 “O livro para mim é a poesia ou um bebé. Eu adoro livros, eles têm belas ilustrações.”

Autor: João Miguel Baptista 2.º B






 




O livro para mim é um mundo de imaginação.”

Autora: Emanuelle Costa 2.º B









 

O livro para mim é um ser vivo e parece que escreve sozinho.”

Autor: Igor  Brito2.º B








                                                                                        




O livro é importante. Ensina a ler e a escrever.”
                                  Autor: Alexandre Barros 2.º B





 






O livro é um amigo de amor ou de paixão.”

Autor: Rodrigo Fonseca Ribeiro 2.º B



O livro para mim é uma imaginação infinita.”

 Autora: Rita Pargana 2.º B






O livro é importante. O livro é giro. Com o livro aprendemos.”

Autor: Gabriel Lima 2.º B









O livro para mim é muito especial. Quando abro sai palavras do seu coração e também a sua alma cheia de carinho.”

Autora: Alexandra Taran 2.º B



O livro é uma magia que nunca acaba.”

Autor: Carlos Aliu Camará 2.º B


O livro para mim é um amigo especial.”

Autor: Romeu Osvaldo2.º B











O livro infantil é um poema, e é uma letra, e uma história.”

 Autor: Roberto Seong 2.º B








O livro é para mim ler, mas eu gosto de ler e o livro ajuda a aprender.”

Autor: Ankush Kamboj 2.º B








O livro é uma coisa que eu gosto e nunca vou deixar de gostar. O livro é meu amigo e eu também sou dele.”



Autora: Bruna Rodrigues 2.º B




O livro para mim é uma paisagem.”

Autor: João Pedro Calceteiro  2.º B









O livro tem muitas histórias, que os poetas escrevem. As histórias são bonitas, giras e lindas.”

Autora: Leonor Clemente  2.º B





terça-feira, 1 de abril de 2014

Hora do Conto "As Cozinheiras de Livros " de Margarida Botelho


E se um dia não houvesse livros novos para lermos?... E já tivéssemos lido todos os nossos livros de trás para a frente, de baixo para cima e até de pernas para o ar? Como iríamos viver sem novas histórias, aventuras e heróis? Escrito e ilustrado por Margarida Botelho, chega-nos um fabuloso livro com uma história original e divertida. Algo de muito estranho se estava passar com os livros e a cidade estava em alvoroço. Seria a crise? Ninguém sabia a resposta, mas a verdade é que não havia livros novos… As pessoas já não sabiam o que mais podiam fazer na esperança de novas aventuras, até já tinham lido todos os nossos livros de trás para a frente, de baixo para cima e até de pernas para o ar… Mas nada resultava. O que teria acontecido à fábrica dos livros? Uma aventura fantástica que nos leva a uma viagem de sonho em que os livros têm um papel fundamental na vida das pessoas.

Livro do Mês de Abril

«O peixe que gostava de se pentear»
Autor: Vasco de Sousa
Ilustrações: Sónia Cântara
Editora: Papiro
Ano de Publicação: 2008

SINOPSE:

Era uma vez uma casa muito grande...
Era uma vez um menino chamado Paulo...
Era uma vez um peixe chamado Janota que gostava de se... pentear???!!!
Era uma vez uma amizade cheia de aventuras entre o Paulo e o janota...
Era uma vez...

Uma maravilhosa história de encantar entre um menino chamado Paulo e um peixe chamado Janota.


EXCERTO:

“- Mãe, o nome dele pode ser Janota? - perguntou o Paulo em tom de importante, tal como se é sempre importante quando se dá o nome a um peixinho.

- Claro, meu filho! O peixinho é teu e tu vais tratar dele todos os dias. Vais dar-lhe de comer, dar-lhe banho, vesti-lo, penteá-lo - respondeu a mãe, rindo-se consoante ia dizendo as tarefas que o seu filho teria de fazer com o peixinho.

- Dar-lhe banho!? Vesti-lo!? Penteá-lo!? Oh, mãe, não brinques comigo! - riu o menino enquanto procurava no saco que a mãe tinha trazido das compras alguma coisa que pudesse servir de alimento para o seu novo amigo.

- Cá para mim era bom que me dessem alguma coisita para comer... - ia-se lamentando o Janota, enquanto beijava e lambia o vidro do aquário, na esperança que alguém olhasse para ele e dele tivesse piedade, dando-lhe alguma coisita para comer.

Paulo aproximou-se do aquário com um frasquinho de plástico e deitou alguns pedacinhos de comida em cima da água. Mal eles caíram, o janota veio imediatamente à superfície e pouco a pouco foi mordiscando as folhinhas de alimento que iam boiando deitadas na água, como que à espera que algum peixinho as mordiscasse...

- Mmmmm, que bom! Esta sabe a folhinhas de plátano e esta ... mmmmm ... sabe a líquen adocicado - ia-se deliciando o peixinho, enquanto o Paulo, de olhos esbugalhados, se ria com os movimentos rápidos e dançarinos do seu amigo mais novo."

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