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segunda-feira, 1 de março de 2010

Livro Mistério de Março


António Torrado

Vamos lá ler!

DEscobre o livro a que pertence este excerto:

«levantai-vos, primus inter pares, que já se foi um papa-in-rate por a fumácia acima e está saltiricando na cobertura, com um escaramulo no rabo. Se não acudis com abundância, está a ganância perdida. Calçai as vossas tiras e viras, primus inter pares, e as vossas salperquitates.»

Autor: António Torrado
Nasceu em Lisboa, em 1939.
Escritor de livros para crianças (domínio no qual a sua bibliografia é particularmente vasta-conta com mais de 100 títulos publicados em várias editoras), poeta, ficcionista, dramaturgo, autor de obras de pedagogia e de investigação nessa área, é por excelência um contador de histórias, estando muitos dos seus livros e contos traduzidos para várias línguas.
Foi galardoado com o Prémio Calouste Gulbenkian de Livros para crianças (1980), o Prémio de Teatro Infantil da Secretaria de Estado da Cultura (1984), o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças (1988), entre muitos outros.
Alguns dos seus livros foram incluídos na lista de Honra do IBBY-Internacional Board on Books for Young People -, nos anos de 1974 e 1996.
Segundo o crítico e investigador José António Gomes, "Torrado impôs-se como uma das figuras de maior relevo da nossa literatura do pós-25 de Abril e dificilmente se encontrará hoje um autor que, de forma tão equilibrada, saiba dosear em livro o humor, a crítica, e os sinais de um profundo conhecimento do imaginário infantil."

Livro do mês de Março

"A Erva Milagrosa"
Autora: Rosa Lobato Faria




Os pais da Violeta viajam até ao Japão e a menina vai para o Minho com os avós, para a grande casade que ela tanto gosta, onde a Maria das Dores tem tem sempre umas comidinhas maravilhosas à sua espera. Durante a noite, Violeta, Giló – o seu amigo, neto da Maria das Dores, o cão Cusca e a gata Lili vão té à biblioteca da casa, onde a bFada dos Livros lhes revela que eles podem viajar por todos os lugares deste mundo e do outro, só com a simples leitura de um livro. “Mas atenção: não basta ler o livro de forma desatenta ou superficial; é preciso entrar para dentro dele, esquecer o resto e viver as aventuras que nos propõe” - avisa a Fada dos Livros. Quando o livro a Erva Milagrosa dá várias voltas no ar e acaba por cair na cabeça de Violeta, a menina lê a primeira frase e, para seu espanto, juntamente com o Giló, o Cusca e a Lili, entra numa grande aventura, onde não falta um OVNI, uns seres especiais – os Azulitos Voadores – e até uma princesa – a Princesa Tulipa, que faz um pedido de ajuda a estes dois meninos. Só a erva milagrosa a poderá salvar.


LÊ, VAI SER DIVERTIDO



BIBLIOTECA ESCOLAR E.B.1/J.I-CORREEIRA



Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Francisco Cabrita

Feira do Livro

Feira do livro: De 1 a 5 de Março
Mais uma vez a feira do livro foi um marco de referência na nossa biblioteca que em conjugação com a semana da leitura se transformou não só numa feira mas numa dinamização e apresentação da feira, cujo o sucesso foi notável mais uma vez por toda a comunidade escolar e encarregados de educação.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Inês Mestrinho : Contos do mago – A Princesa do Gesso

Recebemos a visita da Inês Mestrinho que contou a história “A Princesa do Gesso” da obra Contos do Mago de Helena Tapadinhas. Esta história foi apresentada a crianças do Jardim de Infância e 1.º ciclo nomeadamente alunos do 3.º e 4.º ano.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

LIvro do Mês de Fevereiro


Quem sou EU?
Autor: Oscar Brenifier

A colecção «Filosofia para crianças» constitui uma primeira iniciação ao questionamento, dirigida a todas as crianças que fazem perguntas importantes sobre si mesmas, sobre a vida e sobre o mundo. Trata-se de uma colecção indispensável para os adultos que lhes desejam oferecer um diálogo aberto, mais do que um conjunto de respostas feitas!

Em quem sou EU?
Há 6 grandes questões para jogar com as ideias e ver para além das aparências.



LÊ, VAI SER DIVERTIDO



BIBLIOTECA ESCOLAR E.B.1/J.I-CORREEIRA


Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Francisco Cabrita






segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Livro do Mês de Fevereiro


Maria do Rosário Pedreira

Vamos lá ler!

Descobre o livro a que pertence este excerto:

«Não sejas tonta. Eu já fugi de casa uma vez e garanto-te que foram os piores dias da minha vida. Ouve o meu conselho e fala com a tua mãe, vais ver que ela te explica tudo direitinho em cinco minutos.
-Mas eu não a quero ouvir a voz dela nunca mais -teimou a rapariga. -Nem a quero ver nunca mais acrescentou.»

Autora: Maria do Rosário Pedreira
Nasceu em Lisboa, em 1959. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Franceses e Ingleses, pela Universidade Clássica de Lisboa (1981). Possui ainda o curso de Língua e Cultura do Instituto Italiano de Cultura em Portugal, tendo sido bolseira do governo italiano e frequentado um curso de verão na Universidade de Perugia. frequentou durante quatro anos o Goethe Institut, foi professora do Ensino Básico, fez algumas traduções, proferiu conferências etc.

Trabalhou como coordenadora dos serviços editoriais da Editora Gradiva. Foi diretora de publicações da Sociedade Portugal-Frankfurt 97 e editora dos catálogos dos pavilhões oficiais temáticos da Expo-98, tal como redatora das publicações inerentes aos Festivais dos 100 Dias e mergulho no Futuro, promovidos durante a Expo-98. É editora da "Temas e Debates" 8grupo Bertelsmann) desde 1998.

Como escritora, tem já publicados vários trabalhos de ficção, poesia, ensaio, crónicas e literatura juvenil, procurando neste último género a transmissão de valores humanos e culturais. O seu romance Alguns Homens, Duas mulheres e Eu está construído em torno de uma identidade perdida, onde solidão e feminino são as peças fundamentais. Também o seu livro de poesia A Casa e o Cheiro dos Livros institui a casa como o lugar feminino que acumula esperas, o cheiro dos livros, os restos do amor, os gatos que aí se resguardam da chuva. Para a Autora -já distinguida com alguns prémios literários -, a casa pode ser considerada como um mundo onde se encerra tudo aquilo que vai perdurando, mesmo que sob a forma da memória, nostalgicamente.

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