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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia da Criança

01 de Junho



Cria uma história com estes meninos e surpreende-nos com a tua imaginação!










Camões em Goa, Júlio Pomar



Júlio Pomar, nasceu em Lisboa a 10 de Janeiro de 1926. É um pintor e escultor português.

Frequentou a Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e do Porto. Realizou exposições principalmente em Lisboa e em Paris, tendo feito a sua primeira exposição individual com os Independentes, em 1947 na cidade do Porto.

Começou por ser influenciado pela obra de grandes muralistas mexicanos, como Orozco ou Diego Rivera, mas não tardou a absorver culturas distintas.

Da pintura à escultura, passando pelas ilustrações, Júlio Pomar foi consagrado há muito como um dos nomes maiores da arte europeia.

Foi o principal cultor do Neo-Realismo na pintura portuguesa, de 1945 a 1957, seguindo por outros caminhos, em épocas posteriores. A sua obra mais famosa da fase neo-realista é, justamente, O Almoço do Trolha (1946-1950).



Podes ainda ver este vídeo sobre o pintor:

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dia de ÁFRICA - 25 de Maio



A África, o berço da humanidade, é o continente com maior número de países (53).

Na África localiza-se a maior área desértica do planeta, que inclui quatro dos nove maiores desertos do mundo habitado (excluindo, portanto a Antárctida). Deles, o Saara, não só é o maior, como corresponde a mais de 40% de toda a área desértica.

Também na África se situa o rio mais extenso do mundo, o carismático Nilo, núcleo de uma das grandes civilizações da antiguidade, a egípcia.

À África pertence ainda uma das maiores ilhas do mundo, Madagáscar, onde sobrevivem (mal) espécies animais e vegetais únicas no mundo. Fortemente ameaçadas pelo Homem, muitas caminham para uma inexorável extinção.

Aliás, por todo o continente, muitas ameaças se perfilam! Os desertos avançam, as florestas reduzem-se, doenças devastam populações, a fome alastra e os Homens matam-se uns aos outros! A Mãe África está doente! Vamos deixá-la morrer?




Danças Africanas







Continente Africano: Países




Bandeiras de África



Bandeiras de África pintadas pelas crianças



Postais ilustrados pelos alunos alusivos ao tema de África




Animais de África


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dia do Autor Português



O Dia do Autor Português comemora-se a 22 de Maio desde 1982.
A nossa cultura e as nossas vidas tem sido enriquecida com as criações de grandes Autores tais como Alice Vieira, Da Weaseal, Raul Solnado, Luís Represas Siza Vieira, António Mota, José Saramago...poetas, músicos, escritores, pintores... São das mais diversas áreas e merecem a nossa homenagem e reconhecimento

Visita o site Sociedade Portuguesa de Autores

http://www.spautores.pt/



À Descoberta de livros de grandes Autores Portugueses na nossa Biblioteca:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mãe e criança, Gustav Klimt





Artista austríaco, Gustav Klimt nasceu a 14 de julho de 1862, em Baumgarten, próximo de Viena, e morreu a 6 de fevereiro de 1918, em Viena, vítima de apoplexia.
Estudou na Escola de Artes e Ofícios de Viena entre 1876 e 1883. Nesse mesmo ano fundou, juntamente com o irmão Ernst Klimt e com Franz Matsche, um atelier de pintura, especializando-se na execução de murais, pinturas para tetos ou para cenários.
O seu trabalho inicial consistiu essencialmente em grandes murais para teatros, num estilo naturalista. A partir de 1898, o seu trabalho tornou-se mais original e inovador, ganhando um carácter simultaneamente mais simbólico e decorativo. Nas suas pinturas, Klimt revelou a tendência para eliminar o efeito de profundidade e de volume, transformando as figuras num conjunto de superfícies decorativas, com carácter abstrato, de onde se destacavam os pormenores figurativos das mãos e dos rostos.
Os seus quadros compõem-se de mosaicos, cores quentes, motivos florais e animalescos e de mulheres.


Se quiseres conhecer melhor este pintor, visita este site:
http://cultura.portaldomovimento.com/gustave_klimt.html

Podes ainda ver este vídeo sobre o pintor:

terça-feira, 26 de abril de 2011

Só mais uma história!: A mãe ursa não tem medo de nada



Uma história de Geneviève Noël
Ilustrada por Élisabeth Schlossberg
Tradução de Vítor da Rocha







Ilustração da história:



Dia da Mãe





As crianças escreveram lindas mensagens e pintaram lindas flores para oferecer no dia da Mãe:


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sugestões de leitura para o dia da Mãe

Só mais uma história! Novas histórias para os mais pequenos lerem

Este livro recheado de lindas e coloridas histórias contém uma pequena história intitulada "A mãe ursa não tem medo de nada" da autoria de Geneviève Noël, ilustrada por Élisabeth Schlossberg. Tradução de Vítor da Rocha.







Anita e o dia da Mãe

O número 32 da mais importante colecção infantil alguma vez editada em Portugal. Os livros da Anita percorrem, desde há 50 anos, as mãos de todas as crianças portuguesas. Não há Avó que não se lembre da Anita, como não há neta que não deseje ler as histórias desta pequena criança desenhada desde sempre por Marcel Marlier.






Onde estás, mamã?

Logo na primeira vez que vai à feira com a mamã e os irmãos, fascinado pelas luzes e pelas cores, o cachorrinho sorrisos distrai-se e perde-se na confusão.

Como encontrar a família no meio de tanto movimento? Aflito, pede ajuda e , por entre algumas peripécias, até um gato tenta ajudá-lo.

Finalmente, Sorrisos é encontrado pela família - que, preocupada, já o tinha procurado por toda a feira - e volta ao aconchego do carinho da mãe, em mais um momento de ternura que o talento do educador de infância Chistophe Loupy e da ilustradora Eve Tharlet proporciona às crianças e aos pais.

25 de Abril de 1974 - Há 37 anos



O 25 de Abril from Joninhas on Vimeo.


Cartaz elaborado pelo 3.º D - Ana Basílio Bentes; Jéssica Nóbrega Fernandes; Mariana Martins Dias e Marta Faustino.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Livros da nossa biblioteca sobre o 25 de Abril:


Abril 30 Anos Trinta Poemas de José Fanha, José Jorge Letria

Sinopse


"O QUE RESTA EM NÓS DESSES DIAS?

Já lá vão trinta anos e resta ainda tanto para contar desse tempo que, em algumas vozes, se fez poema e noutras se fez canção e noutras ainda se fez silêncio persistente e magoado. Também em verso pode deixar-se lavrada, para que conste, a memória desses dias, que foram de júbilo e de esperança e que encontraram nas palavras dos poetas o registo secreto e cúmplice, o timbre exaltante e límpido.
Aqui se recordam alguns dos poemas que, trinta anos depois da madrugada de Abril, ajudam a recuperar a memória afectiva de um tempo que foi feito de abraços, de reencontros, de praças floridas como varandas debruçadas sobre o Tejo, sobre a vida.
Que ninguém peça aos poetas para escreverem ou reescreverem a História, já que os materiais com que operam são os do afecto, do sonho e da paixão. Eles não são nem querem ser testemunhas distantes quando o mundo se transforma. Eles também sabem tomar partido, porque a mudança é, em si mesma, um acto poético, um instante de magia. Desses dias ficaram os poemas e, com eles, os retratos cantantes de uma alegria que também em verso se quis partilhar e multiplicar.
Aqui se juntam trinta poemas desses dias, fragmentos de uma memória que a voragem do tempo tenta condenar ao esquecimento.
Estes poemas têm Abril na matriz e não a renegam nem ocultam, porque não podem nem querem. São vozes acrescentadas a outras vozes que aprenderam, na voz dos poetas, o gosto de ser livres.
Trinta anos depois, estes poemas não são nem romagem de saudade nem liturgia nostálgica. São apenas a revisitação sensível de um júbilo que a todos veio lembrar esta verdade soberana: a poesia é a mais livre de todas as liberdades e, em Abril, também desceu à rua para entrar na festa, para tomar o gosto à vida, para passar de boca em boca, respiração vital de um pátria sem temores nem amarras. O que resta ainda em nós desse tempo? Eis uma pergunta para a qual talvez só os poetas consigam encontrar resposta." José Fanha, José Jorge Letria

O Tesouro de Manuel António Pina

Sinopse


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade destinados a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.

"O Tesouro" foi publicado em 1.ª edição, em 1994, pela Associação 25 de Abril e pela APRIL, com o alto patrocínio do Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Em 1999, assinalando os 25 anos do 25 de Abril, "O Tesouro" deu origem ao filme "Se a memória existe", de João Botelho (selecção oficial da secção "New Territories" do Festival de Cinema de Veneza de 1999).

"Os corações exultaram de alegria e as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos: os soldados puseram cravos vermelhos nas espingardas e as mulheres esqueceram-se do jantar e das limpezas da casa e correram para a rua com os filhos ao colo e cravos vermelhos ao peito, chorando e rindo, comovidas e confusas; as pessoas que tinham sido expulsas e obrigadas a refugiar-se longe regressaram; as portas das cadeias abriram-se e os presos voltaram, a casa; os jovens vieram da guerra, felizes por estar de novo rodeados dos amigos e abraçar os pais e os irmãos; e os meninos e as meninas puderam pela primeira vez dar as mãos e falar e olhar-se, caminhando lado a lado sem medo de acusações nem de castigos."

A Revolução das Letras de Vergílio Alberto Vieira

Sinopse

Quem primeiro deu o alerta no Quartel das Letras foi o Cabo Clarim que, farto de tocar a recolher, ou porque não, ou porque sim, anunciou de pronto a hora do motim.
Acenderam-se então os holofotes na parada, saíram as letras a correr da camarata e, quando o Comandante-General se levantou, estremunhado, e veio à janela a toda a pressa, à pressa pediu contas a cada sentinela.
"Mas que pouca vergonha é esta?", desaprovou, o boca aberta, a língua em tropel: "Que parece que a tropa virou festa no quartel!"
Não se enganava o Comandante, ao megafone, pois já por toda a parte se ouviam toques de caixa, gaitas e trombone. Se alguém o disse, assim o fez.
As letras queriam viver em liberdade (...)

O Rapaz da Bicicleta Azul de Álvaro Magalhães

Sinopse

O João subiu para a bicicleta, que rangeu aflitivamente. Às primeiras pedaladas, ela respondeu com alguns estalidos, como os dos ossos de um velho que se levanta de uma cadeira, mas pouco depois já rolava pela estrada abaixo. Ele pedalou com mais força e atravessou o ar morno da manhã. Sentia não sabia o quê que o empurrava para diante. Cheirava-lhe não sabia a quê, sabia-lhe não sabia a quê. E esse “não sei quê” era a liberdade. Estava dentro dele e à volta dele, por todo o lado. Também ele era um rapaz numa bicicleta azul e também ele levava a flor da liberdade numa manhã de Abril. Com ela, podia ir até onde quisesse. Por isso, pedalou ainda com mais força e avançou a sorrir na direcção do sol.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Pimpona, a galinha tonta



Pimpona era uma galinha branca, grande, bonita, boa poedeira, mas tinha um grande defeito: era muito, muito vaidosa. Sonhava ver-se cheia de penas brilhantes e coloridas! Chegou a enfeitar-se com rendas, fitas e laços de cores garridas e até mesmo a pintar-se inteirinha com as tintas que encontrou na arrecadação. Mas o resultado era sempre o mesmo: todos faziam troça da sua exagerada vaidade. Até que um dia Pimpona desapareceu... passaram dias e dias e nem sinal daquela tonta galinha. Que será feito de Pimpona? Será que fugiu envergonhada? Será que regressa? As respostas estão todas neste livro cheio de cor e humor.

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.





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